O papel social do bibliotecário na Campanha Outubro Rosa
O “Outubro Rosa” é uma das campanhas de conscientização mais importantes do mundo, focada na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama e, mais recentemente, do colo do útero. O principal objetivo é salvar vidas, já que descobrir a doença em estágios iniciais aumenta de forma significativa as chances de cura.
O movimento teve início nos Estados Unidos, no começo da década de 1990, com a criação do laço cor-de-rosa. Difundido pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, o símbolo representa a luta contra o câncer de mama. A cor rosa foi escolhida para identificar o mês de conscientização. No Brasil, o Outubro Rosa ganhou visibilidade no início dos anos 2000.
Nesse cenário, a atuação do bibliotecário vai além da organização de livros. Como gestor da informação e educador, esse profissional exerce uma função estratégica na saúde pública ao democratizar o conhecimento, combater a desinformação e facilitar o acesso a orientações confiáveis.
Ao engajar a biblioteca na campanha, o bibliotecário reforça o papel social da instituição como um espaço de acolhimento, bem-estar e desenvolvimento da cidadania, mostrando que a informação de qualidade é, antes de tudo, um direito básico que protege a vida.
Nesse contexto, a campanha vai muito além do que iluminar fachadas. É papel da sociedade e das instituições públicas promover espaços de reflexão profunda, diálogo e acolhimento sobre a prevenção e o enfrentamento do câncer de mama.
Como exemplo dessas ações, o TCE-RJ promoverá, no próximo dia 20, o evento “Nem Heroína, Nem Vítima – vulnerabilidade, coragem e recomeços”, aberto a servidores, colaboradores e à sociedade. A palestra será ministrada por Juliana Ferreira, auditora do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM-BA).
Ilvana Sousa do Amaral
Vice-Presidente do GIDJ/RJ
Bibliotecária do TCE-RJ






